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Apesar da intensa convivência, casais têm feito menos sexo na quarentena

Ivana Cabral, reprogramadora mental, debate o tema em sua próxima live

Uma pesquisa intitulada Emoções em Quarentena, conduzida pela consultoria Wonderboom, debruçou-se com lupa científica sobre o tema. Durante treze semanas, estudou, a partir de depoimentos, os sentimentos dos brasileiros no período de isolamento. Ao responder ao questionário, 70% dos entrevistados cariocas declararam ter diminuído o ritmo das relações sexuais ou mesmo estar em abstinência (a média nacional foi de 72%). Apenas 11% afirmaram que a assiduidade na cama aumentou.  O trabalho vai mais adiante. Em relação à libido, aponta que quase metade dos confinados com parceiro e sem filhos percebeu uma diminuição do desejo sexual durante o confinamento imposto pela pandemia.

Esse não é nem de longe um fenômeno exclusivamente brasileiro. Um estudo feito na China e publicado no The Journal of Sexual Medicine concluiu que uma em cada quatro pessoas reduziu o desejo sexual desde que o novo coronavírus apareceu no planeta. Na Itália, uma pesquisa com mulheres casadas beirando os 40 anos mostrou que a pandemia e o consequente distanciamento social influenciaram negativamente a qualidade de sua vida sexual.

E é exatamente sobre isso que a reprogramadora mental, Ivana Cabral (@ivanacabral_oficial), vai debater na sua próxima live com a Dra. Raquel Machado (@draraquelmachado). A live acontecerá nessa quarta-feira (26/08), às 18:15h. O tema será: “Sexualidade e libido em tempos de quarentena”.

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