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Brasil registra 3.829 novas mortes por covid-19 em 24 h, diz ministério

Segundo Ministério da Saúde, Brasil ultrapassou a marca de 340 mil mortes causadas pela covid-19 Imagem: Edson Lopes Jr

O Ministério da Saúde informou hoje que o Brasil registrou 3.829 novas mortes provocadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. Desde o início da pandemia, houve 340.776 óbitos causados pela doença em todo o país.

Pelos números do ministério, esta é a terceira maior marca computada desde março de 2020. O recorde foi verificado ontem (6), com 4.195 vítimas em um intervalo de 24 horas. Em 31 de março, houve 3.869 óbitos.

De ontem para hoje, de acordo com a pasta, foram reportados 92.625 testes positivos para o novo coronavírus – a segunda maior marca em toda pandemia, atrás apenas do recorde estabelecido em 25 de março (100.158). O total de infectados chegou a 13.193.205.

Segundo o governo federal, 11.664.158 pessoas se recuperaram da doença até o momento no país, com outras 1.188.271 em acompanhamento.

Mortes em SP devem continuar altas por uma semana, diz Gabbardo

O coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, João Gabbardo, disse hoje que as mortes provocadas pela covid-19 no estado devem continuar altas por mais uma semana. Ele afirmou também que o estado está passando por um “movimento inverso” no número de casos e mortes provocadas pela doença, havendo uma diminuição da velocidade de novas internações nas unidades de saúde.

“A expectativa que temos é que vamos continuar ainda com um número de óbitos elevado, talvez até metade de abril, para depois termos uma redução, consequente da redução que estamos temos hoje no número de casos”, defendeu, em entrevista à CNN.

De acordo com o consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, ontem, São Paulo bateu um novo recorde de vítimas da covid-19. Foram 1.389 mortes em 24 horas, um crescimento de 1,8% entre segunda (4) e terça-feira (5).

“Esse número de óbitos é consequência do enorme número de pacientes que estavam internados nas UTIs. Sempre que temos uma expansão no número de pacientes internados, vamos ter logo adiante um número maior de óbitos”, disse Gabbardo.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

Fonte: Uol

 

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